sexta-feira, 24 de março de 2006
Olegários
Não vale a pena continuar a falar da forma como em momentos decisivos o Sporting é sempre roubado, seja de que forma fôr. O ano passado foi o golo ilegal de Luisão que deu de mão beijada o campeonato ao benfica, para a taça foi a expulsão de Hugo Viana através do "teatro" de um palhaço chamado João Pereira. E o resto viu-se. Apenas muda o adversário. Benfica, FC Porto ou o que estiver mais é mão...Coincidências que de tão previsíveis já cansam. O Sporting que diga que "acabou-se a mama". Como? Aceitem-se sugestões, gastem-se dias a pensar nisso mas alguma coisa deverá ser feita. Sob pena de para o ano termos outro "caso", e no ano a seguir talvez outro "caso" e por aí fora. Benfica ou FC Porto poderão "alternância democrática".
terça-feira, 21 de março de 2006
Portugal e Dona Fátima
Desta vez calhou numa zona onde manda a D. Fátima Felgueiras, essa ilustre refractária à justiça e ao PS. Nenhuma destas duas circunstâncias tem impedido a D. Fátima de fazer o que bem lhe apetece, incluindo ganhar eleições contra o seu ex-partido e dizer ao tribunal, sem se rir, que se "esqueceu" do passaporte no Brasil. Esta inauguração teve, por assim dizer, o "picante" de o primeiro-ministro e líder do PS se ter cruzado com a D. Fátima com quem trocou um amistoso e português beijinho. Esta cortesia mútua, acentuada depois por Felgueiras quando se referiu a "projectos" da autarquia que o governo tem apoiado, não traz nenhum mal ao mundo. Se retirarmos às peripécias da D. Fátima o seu fino recorte latino-americano, ficamos com mais uma "autarca-modelo", um daqueles e daquelas que certo país político não se cansa de parir e de "vender". O "processo" de Fátima Felgueiras nada tem de "kafkiano" e tem muito de Pedro Almodovar, por exemplo. Este país consente tudo e não se dá ao respeito. Não temos irremediavelmente vergonha.
( D. Fátima via portugal dos pequeninos)
( D. Fátima via portugal dos pequeninos)
sexta-feira, 17 de março de 2006
Velhos do Restelo
É por velhos do restelo do calibre de Dias da Cunha que o Sporting se pode transformar num Belenenses em ponto gigante (sem ofensa para o grande clube lisboeta), ou então num mega elefante branco de derrotas úteis e cheias de "credibilidade". Como alguém escreveu hoje num diário desportivo: "onde estavam estes arautos da indignação quando o Sporting alienou o pavilhão e a pista de atlétismo para a construção de um novo estádio?" E é vê-los a todos ir ao cinema do Alvaláxia e a "dinamizar" constantemente o espaço. Não gozem comigo! Sei do que falo. Vivo pertinho. Vou a pé ver os jogos e ao cinema e de vez em quando.O que vejo sempre é que nem o espaço "existe", nem o Sporting tem capacidade de o fazer existir. Esta é a dura realidade.
segunda-feira, 6 de março de 2006
quinta-feira, 2 de março de 2006
traços de Gis

(...) não me venham dizer que é normal que ainda não tenha sido mostrada, na tv ou nos jornais (que eu tenha visto, ressalvo) a cara desta mulher que morreu. não é preciso explicar que a exibição de um rosto é uma estratégia básica de humanização e identificação -- e que a sua recusa é uma estratégia básica de abolição.
queremos assim tanto que isto não tenha acontecido que negamos um rosto à vítima? queremos assim tanto esquecer aquilo que supostamente ainda não sabemos?
(Fernanda Câncio, via Glória Fácil)
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