domingo, 22 de fevereiro de 2009

Ganhar a bem


Foi uma bela e merecida vitória. Apenas falhei o autor de um golo. Em vez de Vukcevic, foi o grande Derlei e o resultado apenas pecou por muito escasso para a esmagadora superioridade da exibição do Sporting.
O arbitro Olegário Benquerença é um dos grandes perdedores do jogo. Não é agora na altura da vitória que devemos ter esquecimentos...Houve de facto dois penalties não marcados contra o Benfica e Olegário pecou demasiado na forma como apitava cada corte do Sporting na zona do meio campo perto da grande área. Não podiamos desarmar nenhum jogador do SLB, porque lá estava ele, de apito na boca pronto a marcar falta, não fosse a equipa de Quique Flores eximia em lances de bola parada... Cada corte cada falta. Mesmo a propósito, ou se quiserem, de propósito. Ele bem tentou, acreditem, mas não conseguiu.
Porém nós já estamos calejados e habituados a ganhar também a criaturas como ele. E o Benfica de tão fraco não o deixou roubar mais. Deve-se ter sentido absolvido por isso. Nós pessoalmente temos mais orgulho em ganhar assim: sem espinhas na garganta ou direito a segundas interpretações. Não é por nada, mas ser sportinguista é também isso. Ganhar a bem.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Não é Javier Zanetti quem quer


Veja-se Javier Zannetti neste vídeo musical interista de há 5 anos e tirando Ivan Cordoba, Marco Materrazzi ou o suplente Toldo já não está lá mais ninguém nos dias de hoje. É que os jogadores inevitáveis são craques mas acima de tudo amam os seus clubes. Muito para além das experiências. Ultrapassando as listas de dispensas e as tentações do "momento". Ficam como simbolos ou bandeiras para a eternidade. Tal como pode acontecer com John Terry ou Maldini, quando quero inspirar-me num jogador de futebol, penso em "il capitano" e sonho voltar a ter no meu Sporting um jogador como ele ou como o nosso eterno 9, o Manel, Manuel Fernandes.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Domingo Desportivo





De cima para baixo a minha ordem de preferência. Sendo que não vi a final do Australian Open. De resto, o Super Bowl visto pela primeirissima vez, encheu-me totalmente as medidas. Emocionante, épico, desconcertante, espectacular. Na Sports Illustrated foi considerado por alguns como o melhor de sempre. Sorte ou não, de agora em diante sou mais um adepto da NFL.